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ótimo

von Luis Soto (2017-12-08)


Tenho pensado cada vez mais acerca da requisito feminina. Trata-se de um dos poucos temas da psicologia das pessoas normais sobre o qual nunca escrevi um escrito longo – e estou me preparando para fazê-lo. Tenho lido muito segundo e tenho visto como é pobre a visão que, homens e mulheres, têm de si mesmos – particularmente as mulheres. A dificuldade de homens entenderem as mulheres e vice-versa é mais fácil de admitir porque temos enorme de enfrentar com diferenças.

As diferenças sempre provocam tendência a comparações. O curioso nas comparações entre homens e mulheres é que quase todos os homens se sentem por inferior, inferiores a elas. As mulheres variam mas quanto a este aspecto e pelo menos uma boa metade acha a quesito feminina mas favorável. É evidente que aquele que, ao se comparar, se sentir por inferior, desenvolverá a hostilidade agressiva própria da inveja. O papel da inveja na associação entre o sexo e a agressividade é bastante relevante e isso é bem lógico para mim já há uns 20 anos.

A nossa época é difícil de ser entendida e as generalizações são perigosíssimas. Existem pessoas pertencentes a quando menos 3 gerações distintas que se sucederam ao longo dos últimos 30 anos. Existem, por exemplo, os homens que, tendo mas de 35-40 anos de idade, continuam a manifestar todos os comportamentos tradicionais de machismo hostil ou de reverência intimidada diante das mulheres, principalmente as que lhes despertam o libido sexual. Existem os homens que hoje em dia estão entre 20 e 35 anos que estão absolutamente perplexos e perdidos e não sabem bastante como se posicionar. Tendem a ver as mulheres de modo mais igualitária com isso mulher transando respeitando-as profissionalmente; porém, ainda invejam o poder sensual delas e isso determina duas tendências: uma delas é a de continuar a agir, ainda que de forma disfarçada, da maneira mais tradicional que escrevi a respeito dos mas velhos; a outra maneira é tentar imitar o modo de ser delas, tentando despertar o libido delas por meio do aprimoramento de suas aptidões físicas; são os que freqüentam as academias, usam cremes, gastam bastante em roupas e outros adornos.

O terceiro grupo é o dos jovens de menos de 20 anos. Estes estão numa boa. Vêem as mulheres reais unicamente como parceiras românticas e se interessam sexualmente por elas unicamente quando estão namorando. Quando estão sozinhos, se valem das facilidades derivadas do farto material pornográfico à predisposição. Não freqüentam as prostitutas e não têm muito interesse no sexo casual. Preferem o sexo virtual ou o sexo no contexto amoroso. Não são paqueradores e não se sentem por insignificante pelo fato de não provocarem o desejo das mulheres, porque estão continuamente bastante satisfeitos sexualmente graças aos seus “programas virtuais”. Costumam ser moços serenos e até mesmo um pouco preguiçosos, pois não sentem que precisam fazer muita força ou ter bastante sucesso para terem aproximação às moças que, não sendo assediadas, passaram a assediá-los – ou a tentar trocar carícias com outras moças.

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E as mulheres? Não tenho a sentimento de que é possível agrupá-las em 3 tipos – e seus subgrupos – como fiz com os homens. Parecem portadoras de uma multiplicidade que nem elas entendem. Os homens as invejam porque consideram que elas teriam uma enorme facilidade para o sexo casual, dado que estão constantemente sendo paqueradas por alguém (o que não acontece com eles, que têm que ir atrás ). Enorme aglomeração delas não se interessa por consequência, não obstante adorarem se exibir e atrair olhares. Asemelhava a que o prazer exibicionista é suficiente para elas, o que não faz o menor sentido para os homens.

Outras têm pavor de sua exuberância sexual e tratam de se deformar: engordam demais justamente na mocidade, descuidam de outros elementos de sua aparência. Outras se queixam da falta de orgasmo e a grande maior número nem percebe que o orgasmo não lhes provoca a saciedade parecida com a que acontece com a ejaculação masculina. Buscam mesmo é o sexo associado ao amor e fazem, qualquer vez mais, o oração pela paridade que pede o sexo sem compromisso. Isso justamente quando os homens jovens estão se desinteressando disso. Mulheres homossexuais, diferentemente dos homens, preferem relações estáveis e duradouras. Mulheres heterossexuais sozinhas buscam parceiros na noite e continuamente se decepcionam quando não há continuidade. Ainda assim, continuam dizendo que é legítimo este jogo de sedução e paquera. Muitas são sinceras e se declaram desinteressadas disso e claramente procurando um parceiro fixo. Outras mulheres se divertem de verdade com o sexo casual e as suas amigas as invejam e não sabem o que não são como elas. Umas gostam de tomar a iniciativa na paquera enquanto que outras acham isso horrível.